O silêncio conforta aquele q não quer ouvir
e faz se ouvir ao ecoar aos quatro cantos do imenso vazio
que contorna seu corpo em movimentos abruptos,
singulares,mórbidos...
imobilidade frenética.
A luz que penetra sua janela aquecendo seu corpo e
tornando impossível o permanecer estático de suas pupilas recobertas,
também traz consigo o recomeço
do mesmo...
ou apenas...
um novo começo...
o fim.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
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